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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Alimento funcional: Castanha-do-Brasil

A nossa mundialmente famosa castanha-do-Brasil já teve uma publicação aqui no blog, salientando a vantagem de se consumi-la para ter os níveis adequados de selênio, uma vez que ela é a maior fonte natural desse mineral.

Atualmente a mesma tem adquirido um status internacional como alimento funcional perfeito. Segundo a ANVISA, a castanha do para está na lista dos alimentos funcionais, isto porque, além de nutrir ela promove benefícios para a saúde. Imagine um produto que reúna os aminoácidos essenciais para o crescimento, micronutrientes que previnem o câncer, a catarata, o envelhecimento, e ainda auxiliam as atividades cerebrais.
Este produto existe: é um alimento vegetal, brasileiro, nomeada como Berthollitia excelsa, mas comumente conhecida por castanha-do-Brasil, castanha-da-amazônia ou castanha-do-pará.



Possui nutrientes como: ácidos graxos, vitaminas B e E, proteínas, fibras, cálcio, fósforo e magnésio. Como qualquer oleaginosa esta noz e rica em gorduras. Cerca de 70% de sua composição e de ácidos graxos insaturados (ômega 3 e 6), as chamadas gorduras do bem.

Cada faixa etária possui um valor de recomendação diária de selênio, por exemplo, jovens acima de 18 anos, indica-se no máximo 45 mcg/dia. Porém como tudo em excesso faz mal, alertar-se para o consumo exagerado da semente. Uma ingestão superior a 850 ug/dia gera a toxidade crônica do selênio.
Essa toxidade, a selenose, é caracterizada por perda e fragilidade de unhas e cabelos, podendo desencadear também uma serie de outros sintomas, como: distúrbios gastrointestinais, hálito com odor forte (como de alho), fadiga, irritação e anormalidades no sistema nervoso.

Então, revisando os benefícios que podemos tem consumindo essa maravilha, estão:

  • Combate ao envelhecimento celular
  • Promove uma vida longa e saudável
  • Desintoxicar o organismo de metais pesados
  • Pode elevar em 65% o teor de selênio no organismo
  • Produto totalmente orgânico
  • Evita o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade como o Alzheimer
  • Melhora o funcionamento da Tireóide
  • Ajuda a evitar a propagação do câncer além de diminuir a sua incidência.
  • Melhora o sistema imunológico
  • Reduzir os níveis do colesterol ruim do sangue


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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Atividade física, valor energético e IMC... Dicas de dieta saudável com a Harts!

Ah, as dietas... Sempre nos levam a ficar contabilizando gramas no almoço, calorias nos lanchinhos... Mas você sabe o que exatamente esta contando?
O consumo de todos os alimentos em um dia determina o nosso Valor Energético Total (VET), expresso em quilojoule - kJ, ou em quilocalorias - kcal. Essa segunda medida é mais conhecida pelo pessoal, e muito contada nas dietas restritivas.
A ingestão energética total vem da metabolização dos macronutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas), do álcool e das fibras. Cada um tem a sua respectiva quantidade diária recomendada no Guia Alimentar da População Brasileira, mostrado na tabelinha abaixo.


A gordura produz mais energia por grama de peso (9 kcal/g) que os carboidratos (4 kcal/g), as proteínas (4 kcal/g) e o álcool (7 kcal/g). As fibras contribuem com 1,5 kcal/g, energia produzida no cólon intestinal a partir da degradação bacteriana.

 Mas além de contar o que entra, precisamos contar o que sai, ou seja, o que é gasto. A medida do gasto dessa energia do indivíduo é composta por três elementos:

  • a taxa metabólica basal, que é a energia requerida para manutenção de todas as funções vitais do organismo;
  • o gasto energético para metabolizar e armazenar o alimento;
  • o gasto energético da atividade física.

Também se considera que a termogênese adaptativa, que varia em resposta à ingestão energética crônica (aumenta com o aumento da ingestão energética), determina o gasto energético de um indivíduo. Mas isso pode ser assunto pra depois.

Então, como saber se a minha dieta funciona para perder peso? Faca o balanço entre o que o que você consome e o que gasta ao longo do dia. Para a manutenção do peso saudável e do balanço energético, dois fatores ainda precisam ser considerados:

  • o aumento do consumo de alimentos industrializados, normalmente ricos em gorduras hidrogenadas e carboidratos simples e pobres em carboidratos complexos; 
  • e o declínio do gasto energético associado à atividade física.

E como sei se o peso que eu tenho já está bom? Bem, o peso saudável é tema ainda controverso, mas internacionalmente a tendência é utilizar o índice de massa corporal (IMC), que relaciona o peso ao quadrado da altura de um indivíduo, para estabelecer a faixa de peso saudável.
A OMS recomenda para a população um IMC entre 21 e 23 kg/m². Para indivíduos, a faixa recomendada é de 18,5 a 24,9kg/m², evitando ganhos de peso maiores do que 5 kg na vida adulta (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003).

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Dicas saudaveis do Guia Alimentar

Já dizia a nossas avós... 
Mas sempre é bom lembrar que pequenas escolhas, e trocas bem simples até, podem  fazer toda a diferença! Procurar ser saudável não exige muito esforço, basta conferir as dicas (valiosas!) do guia alimentar do Ministério da Saúde :



"De acordo com os princípios de uma alimentação saudável, todos os grupos de alimentos devem compor a dieta diária. A alimentação saudável deve fornecer água, carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, fibras e minerais, os quais são insubstituíveis e indispensáveis ao bom funcionamento do organismo.
A ciência comprova aquilo que ao longo do tempo a sabedoria popular e alguns estudiosos, há séculos, pregavam: a alimentação saudável é a base para a saúde. A natureza e a qualidade daquilo que se come e se bebe é de importância fundamental para a saúde e para as possibilidades de se desfrutar todas as fases da vida de forma produtiva e ativa, longa e saudável."
Guia Alimentar para a População Brasileira

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dieta e Saúde: as gordurinhas do bem

Alerta de assunto polêmico!
Todos nós procuramos emagrecer, ter mais saúde e um corpinho em forma. Qual seria a solução dessa busca? Atire a primeira pedra quem não pensou (e já não fez) a famosíssima palavra de cinco letras: DIETA. 
Comumente nas dietas a primeira regra é sem doces, e a segunda é sem gordura! Sobre o açúcar nos já falamos aqui, e hoje é o dia de desmistificar a maior fonte de energia humana: os lipídeos.

Elas são moléculas orgânicas importante para inúmeras formas de vida, atuando em duas frentes: o papel metabólico, como a maior fonte e reserva de energia (um grama de qualquer gordura produz 9 kcal de energia); e o papel estrutural, sendo um importante isolante térmico (forma o tecido adiposo dos mamiferos).
São importantes para a síntese de outras substâncias, ou para o melhor funcionamento destas, como as vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E, K), lipoproteínas, ácidos graxos essenciais, e alguns hormônios sexuais que dependem da existência de gordura para ter um funcionamento ideal.

Obviamente, apesar de ser necessário seu consumo é recomendado moderação. Também é recomendado que você escolha o TIPO de gordura que esta consumindo, pois há efeitos diferentes, tanto maléficos quanto benéficos, em cada espécie. Nos rótulos dos produtos industrializados é obrigatória a presença de 3 tipos de gordura:

  • Gorduras TOTAIS: é o somatório de todos os tipo de gorduras presentes no alimento.
  • Gorduras SATURADAS: ocorre de forma natural nos animais, estando presente em carnes, toucinho (bacon), pele de frango, queijos, manteiga, sorvetes.
  • Gorduras TRANS: são um tipo de gordura que foi saturada, cada vez mais evitada mas que ainda esta presente em margarinas, biscoitos em geral, sorvete e produtos de confeitaria.

Como saber se o alimento apresenta grande quantidade desses nutrientes?
Para isso, basta dar uma olhada na coluna dos Percentuais de Valores Diários (%VD). Quanto maior o número apresentado nos valores diários de gordura total, gordura saturada e colesterol, maior a quantidade desses nutrientes no alimento.

▲ % VD (% valores diários) = ▲ QUANTIDADE DE NUTRIENTES

Se verificamos que um determinado alimento apresenta muita gordura, não devemos simplesmente exclui-lo. Da mesma forma que fazemos em relação às calorias, ao reconhecermos um alimento rico em algum tipo nutriente, que em excesso, possa trazer algum risco para a nossa saúde, devemos consumi-lo de tal forma que ao final do dia não tenhamos ultrapassado os 100% de valores diários para esses nutrientes. Certo?


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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Vilão: o açúcar.


Todo mundo gosta de comer doce, mas poucos conseguem comer a quantidade certa, suficiente para fornecer energia para o organismo e evitar problemas.

A explicação é que o açúcar no sangue em excesso é o que faz mal, mas o consumo moderado dele não traz problemas à saúde. O consumo de carboidratos e outros alimentos, como beterraba, também aumentam o índice de açúcar no sangue, mas não causam mal algum se o aumento não for exagerado.

A questão é que a maioria dos brasileiros consome mais do que o recomendado por dia. O consumo recomendado de sacarose, ou seja, o açúcar refinado, cristal, mascavo ou light, é de, no máximo, 10% das calorias diárias. No entanto, os brasileiros consomem, em média, 14% dessas calorias.


No caso dos diabéticos, também se pode consumir a mesma quantidade de açúcar do que as pessoas sem a doença – 10% das calorias diárias. Mas aqueles com a glicemia muito alta (acima de 140 mg/dl) devem evitar o consumo de sacarose, que tem rápida absorção e favorecem os picos hiperglicêmicos.

Porem, o açúcar não está apenas nos alimentos doces: um alimento que tem açúcar, mas que é essencial para o organismo, é a fruta. A recomendação é comer 4 porções de frutas por dia e uma delas deve ser fonte de vitamina C, como é o caso da laranja.

Existem no mercado diferentes tipos de açúcar, como o refinado, mascavo, cristal, light e orgânico, porem não há diferença entre eles no quesito nutricional. Entre eles não têm variações de calorias significativas e a diferença é os processos de refino que eles passam. Assim, o açúcar mascavo  não passa pelo processo de branqueamento e refinamento, mas tem o mesmo valor calórico dos outros tipos.

Aqui vai uma rápida explicação das formas que o açúcar se apresenta:
Açúcar mascavo: açúcar petrificado, de coloração variável entre caramelo e marrom, resultado da cristalização do mel-de-engenho, e ainda com grande teor de melaço.
Açúcar demerara: açúcar granulado de coloração amarela, resultante da purgação do açúcar mascavo, e com teor de melaço em sua composição.
Açúcar cristal: com cristais grandes e transparentes, difíceis de serem dissolvidos em água. Depois do cozimento passa apenas por um refinamento leve, que retira 90% dos sais minerais. Por ser econômico e render bastante, o açúcar cristal aparece com frequência em receitas de bolos e doces.
Xarope simples ou açúcar líquido: transparente e límpido, é também uma solução aquosa, usada quando é fundamental a ausência de cor, caso de bebidas claras, balas, doces e produtos farmacêuticos.
Xarope invertido: Com 1/3 de glicose, 1/3 de frutose e 1/3 de sacarose, solução aquosa com alto grau de resistência à contaminação microbiológica, que age contra a cristalização e a umidade. É utilizado em frutas em calda, sorvetes, balas e caramelos, licores, geleias, biscoitos e bebidas carbonatadas.
Açúcar refinado granulado: puro, sem corantes, sem umidade ou empedramento e com cristais bem definidos e granulometria homogênea. O açúcar refinado granulado é muito utilizado na indústria farmacêutica, em confeitos, xaropes de excepcional transparência e mistura seca em que são importantes pelo aspecto, escoamento e solubilidade.
Açúcar refinado amorfo: com baixa cor, dissolução rápida, granulometria fina e brancura excelente, o refinado amorfo é utilizado no consumo doméstico, em misturas sólidas de dissolução instantânea, bolos e confeitos, caldas transparentes e incolores.



Imaginava que tinha tanto açúcar assim, rondando a sua vida e a sua saúde? Por isso e sempre bom cuidar a ingestão de alimentos com adição de açúcar, alem do já presente no próprio alimento...
Aproveite e conheça a linha de barras de cereais sem adição de açúcar, adoçado com mel: http://www.barrasdecereal.com/

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

As novidades das amêndoas, na Harts!


Um farto punhado de amêndoas, mesmo cheia de gorduras, diga-se de passagem, benéficas, é capaz de reduzir o peso e a barriga também! Isso é o que mostra um estudo realizado no City of Hope National Medical Center in Duarte, Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado no International Journal of Obesity. Em seis meses foram realizadas duas dietas, sendo uma com 84 gramas da fruta oleaginosa (cerca de 70 unidades!), e a outra sem amêndoas somente com carboidratos complexos, que estão nos cereais integrais, no arroz, nos pães, nas massas e nas batatas. Os pacientes que adotaram as amêndoas diariamente reduziram 18% do peso e 14% da medida na cintura. O colesterol ruim (LDL) também diminuiu 15% e os triglicérides, 29%. O grupo que se deliciou com as amêndoas perdeu também 56% a mais de gordura corporal em comparação com a turma que ingeriu o mesmo número de calorias na forma de carboidratos complexos, e comprovaram maior controle sobre o peso não voltando a engordar novamente.
Os pesquisadores acreditam que isto aconteceu devido às amêndoas aumentarem a sensibilidade à insulina, e com as taxas desse hormônio controladas nosso corpo consegue transformar as gorduras acumuladas em energia.
Outra recente pesquisa sobre os benefícios das amêndoas, publicado no Journal of the American College of Nutrition, os pesquisadores da Universidade de Medicina e Odontologia de Nova Jersey dos Estados Unidos inseriram amêndoas nas dietas de 65 pessoas com diabetes que se inscreveram como voluntarias. Os resultados obtidos comprovaram que a sensibilidade a insulina aumentou e houve também uma excelente baixa no colesterol ruim (LDL), responsável pelos entupimentos das veias artérias.
Assim como outras oleaginosas, as amêndoas são alimentos calóricos, mas são ricas nas boas gorduras e nos minerais magnésio e zinco, excelentes aliados do coração.
Além das fibras, que afastam a fome por mais tempo, a amêndoa contém ômega-3, gordura do bem que ajuda a estimular os hormônios da saciedade. Também é riquíssima em vitamina E, que regula os hormônios sexuais tanto no homem como na mulher. Nele, a amêndoa facilita a formação de massa magra, e quanto mais massa magra, maior a queima de gordura. Nela, o mesmo amido resistente evita o estoque das células gordurosas. Ou seja, o peso despenca!


RAIO X: Em 100 gramas da amêndoa encontramos

Calorias
398 Calorias
Gorduras total
52 gramas
Gorduras monoinsaturadas
34 gramas
Carboidratos
20,4 gramas
Proteínas
20 gramas
Gorduras poli-insaturadas
11 gramas
Gorduras saturadas
4,98 gramas
Fosforo
520 miligramas
Magnésio
296 miligramas
Cálcio
266 miligramas
Ferro
3,7 miligramas
Niacina
3,4 miligramas
Sódio
11 miligramas
Zinco
2,9 miligramas
Vitamina B2
0,8 miligramas
Vitamina B6
0,11 miligramas
Vitamina B1
0,6 miligramas
Vitamina A
0,0 re
Potássio
732 mcg
Folato
58,7 mcg
Iodo
2,0 mcg


Um viva as amêndoas!

terça-feira, 23 de abril de 2013

O que e glúten?


Tecnicamente, o glúten é uma substância fibrosa, elástica, pegajosa, de coloração âmbar, formado pelas proteínas quando a farinha de trigo é misturada com água e submetida a mistura mecânica.
É o responsável pela retenção dos gases da fermentação, o que promove o crescimento dos pães. Também retém a umidade da massa e do pão depois de assado, causando aquela agua na boca.


O glúten é uma proteína sem valor nutricional e sem calorias, composto por dois grupos de proteínas: as gliadinas e as gluteninas. Uma serve para dar elasticidade e a outra, extensibilidade a massa. E melhor entender isto na figura ao lado. 


Está presente no trigo, na aveia, cevada, no centeio e no malte de cereais.
Na indústria de alimentos, é adicionado a embutidos e até aos chocolates, justamente por conta da suas propriedades de viscosidade e elasticidade que confere aos produtos.

As fontes de glúten comumente causam reações alérgicas em um grande número de indivíduos. Os alérgicos ao glúten são chamados de celíacos. Os celíacos não podem ingerir alimentos que tenham glúten em sua composição ou processo de fabricação. O glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a digestão e absorção dos alimentos. A doença não tem cura, mas tem tratamento que consiste em dieta isenta de Glúten por toda a vida. 
Mas, além dos celíacos existem pessoas que são hipersensíveis ou intolerantes ao glúten. Elas não têm doença celíaca, nem respostas auto-imunes, mas o seu corpo tem dificuldade em quebrar o glúten e isso afeta a função normal do organismo.
Portanto, tanto os alérgicos quanto os intolerantes ficam sem comer a maioria dos carboidratos presentes à mesa, como pães  massas e bolos, e devem se manter longe da cerveja e do uísque. Na dúvida, o melhor e ficar de olho nos ingredientes contidos nos alimentos vendidos nos supermercados. No Brasil é obrigatória a indicação, no rótulo, da ausência ou da presença da substância, conforme a legislação RDC n.40 de 2002, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

quarta-feira, 10 de abril de 2013

A magnifica aveia e as barrinhas


Rica em fibras solúveis e insolúveis, carboidratos e proteínas, e ainda repleta de sais minerais e vitaminas, a aveia bate nutricionalmente todos os outros cereais.



Embora muitos estudos falem dos benefícios de ingestão deste grão, como a comprovada atuação no combate a doenças como hipertensão e diabetes tipo 2, o consumo ainda e limitado em países não nórdicos. Aqui no Brasil limita-se a 250 gramas/ano/habitante. 

Mas traz benefícios impares para a saúde, tanto que foi reconhecida em 1997 como um alimento “funcional” pela Food and Drug Administration (FDA), órgão governamental dos EUA, que autorizou a rotulagem de produtos à base de aveia com as seguintes informações: "Dietas ricas em aveia ou farelo de aveia e pobres em gordura saturada e colesterol podem reduzir o risco de doenças coronárias".

E qual e o segredo da aveia? As beta-glicanas, fração da fibra solúvel!


Mas e o que e isso?? Vamos por partes:

As fibras podem ser classificadas em solúveis e insolúveis dependendo de sua solubilidade em água. A fibra alimentar solúvel é composta por pectinas, beta-glicanas, gomas, mucilagens e algumas hemiceluloses. Os componentes insolúveis são lignina, pectinas insolúveis, celulose e hemiceluloses. Esta classificação e importante quanto a sua ação, pois os efeitos fisiológicos das fibras solúveis são diferentes das fibras insolúveis. As fibras solúveis retardam o esvaziamento gástrico, a absorção da glicose e reduzem o colesterol no soro sangüíneo. As fibras insolúveis aceleram o trânsito intestinal, aumentam o peso das fezes, contribuindo para a redução do risco de doenças do trato gastrointestinal.

A fibra alimentar total de aveia varia entre 7,1 e 12,1%. Deste total, 34 a 48% são fibras solúveis e o restante insolúveis. Achou pouca fibra solúvel? Pois saiba que a concentração de fibra alimentar solúvel no grão de aveia é relativamente maior quando comparado aos demais cereais como arroz, milho e trigo.

Dentro da fração de fibras solúveis, finalmente, encontram-se as beta-glicanas, que são polissacarídeos encontrados nas paredes celulares do endosperma da aveia. A elas são atribuídas às propriedades hipocolesterolêmicas da aveia.

Hoje já se recomenda produtos de aveia como uma forma de prevenir a hipercolesterolemia e a diabetes, permitindo melhor controle glicêmico, aumento da sensibilidade periférica à insulina e redução às doses necessárias de insulina exógena.

Como se não bastasse, a aveia ainda ajuda no emagrecimento! Não pelo conteúdo calórico na porção, que e elevada (117 Kcal em duas colheres de sopa - 30g), mas por proporcionar a sensação de saciedade, tão indicada nas dietas voltadas à perda de peso. 

Assim, o indicado e consumir de 20 a 40 gramas de flocos por dia. Que tal em uma barrinha?


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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Afinal, o que e um alimento funcional?

Alimento funcional é um alimento natural ou enriquecido com aditivos alimentares como, por exemplo:
  • vitaminas
  • minerais
  • culturas bacterianas, os probióticos
  • Ômega 3
  • Ômega 6
  • fibras
  • carboidratos e fibras não digeríveis, os prebióticos
  • etc. 

que possam contribuir para a manutenção da saúde e redução do risco de doenças.

São aqueles que contêm substâncias ou nutrientes que forneçam benefícios à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças. De maneira geral, os alimentos funcionais são considerados promotores de saúde e podem estar associados com a diminuição dos riscos de algumas doenças crônicas.

De acordo com o Comitê de Alimentos e Nutrição do Instituto de medicina internacional (IOM/FNB), alimentos funcionais são qualquer alimento ou ingrediente que possa proporcionar um benefício à saúde além dos nutrientes tradicionais que ele contêm.

Os segredos dos alimentos ainda não estão todos desvendados, e o que vem acontecendo é um aprofundamento nos conhecimentos da natureza química das substâncias funcionais e das suas funções no organismo.

Mas ainda vale a dica de se ter uma alimentação colorida e variada, incluindo todos os grupos de alimentos, pois os alimentos devem ser usados em todo seu potencial nutricional e funcional.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Café da manhã com Hart's Natural e chia


Bom, sabemos que os alimentos devem ser distribuídos em pelo menos três refeições por dia para que possa haver variedade alimentar e, com isso, maior quantidade de nutrientes. Mas você sabia que fazer isto ainda evita a concentração de substâncias em poucas refeições,  que prejudicaria a absorção das mesmas?



Acontece que entre a última refeição do dia e a primeira, há um longo período de jejum, que teoricamente e de 8 horas. Isso significa que o organismo, depois de esgotada a principal fonte de energia, a glicose, passa a utilizar o glicogênio estocado, principalmente, no fígado. Durante o sono, o organismo continua trabalhando, em um ritmo menor, mas ele mantém as funções básicas como respirar, o funcionamento cardíaco, circulação, entre outros. Ai somos sustentados por nossas reservas corporais de nutrientes. Para se ter uma ideia, o corpo consome cerca de 40 a 60 kcal por hora de sono!
Iniciar o dia sem uma refeição adequada pode promover uma redução de até 30% no rendimento em suas atividades durante o dia. Por que?


Ao longo de toda a sua existência, a espécie humana passou por uma série de adaptações evolutivas relacionadas à disponibilidade de alimento. Uma delas é o mecanismo de defesa pelo qual poupamos as nossas reservas de energia em maior potencial (principalmente gordura) para esse período de "escassez" alimentar, isto é, quando deixamos de fazer alguma refeição. Durante esse período o corpo diminui a velocidade de funcionamento celular para poupar energia e continuar em funcionamento. Ou seja, deixamos de gastar energia da forma como faríamos se estivéssemos alimentados!
Isso significa que, se você deseja perder peso, ficar sem se alimentar de manha reduz a sua perda calórica durante o dia, mesmo que você esteja fazendo exercícios e musculação diariamente!

Agora convenci você de que realmente necessita valorizar esta primeira refeição? Muito bem. Mas também não vale abusar das calorias, e de receitas pouco saudáveis... Por isto recomendamos o nutritivo Super Skinny:





A importância do café da manha já foi objeto de estudo de grandes centros de pesquisa no mundo, sendo todos categóricos: 
Uma pesquisa da Universidade de Minnesota (EUA), realizada com 2.200 adolescentes e publicada no periódico "Pediatrics" em 2008, mostrou que aqueles que consumiam café da manhã costumavam manter uma dieta saudável ao longo do dia e eram mais ativos fisicamente do que os que pulavam a refeição. Cinco anos após o início do estudo, os que tomavam café da manhã diariamente ganharam menos peso e tinham IMC (índice de massa corpórea) menor do que os que não tomavam.
Um artigo publicado em 2003, no Journal of The American Dietetic Association, descreveu que os nutrientes não consumidos nas primeiras horas do dia não serão compensados em refeições seguintes. Indivíduos que fazem o desjejum têm melhor aporte nutricional diário, comparados com aqueles que não fazem.

E agora me conte, você costuma tomar café da manha? E o que você gosta de comer nesta refeição?

Aproveite e visite o nosso site: http://www.harts.com.br


quinta-feira, 7 de março de 2013

CHIA - a sagrada e aclamada sementinha


Consumido milenarmente pelos nativos da Guatemala e regiões centrais do México, o grão da chia (Salvia hispânica L.) desembarcou em terras tupiniquins a pouco mais de um ano, conquistando toda a atenção. Não e para menos, pois em cada canto vemos descritos seus inúmeros benefícios à saúde, com enfoque especial para o emagrecimento.
Mas em estudo recente da Universidade de Queensland, na Austrália, a pequena semente demonstrou também seu grande potencial para a regulagem da insulina. Inicialmente, ratos foram alimentados com uma dieta rica em gordura e carboidratos simples. Depois, os cientistas adicionaram chia a mesma dieta, num percentual pequeno, de 5%, durante oito semanas.
Ao final, puderam concluir que a inclusão da semente melhorou a sensibilidade e eficiência do hormônio responsável por encaminhar a glicose aos tecidos, principio fundamental para a geração de energia. A dieta com chia diariamente ainda reduziu:
  • A adiposidade visceral, que e o acumulo de gordura nas vísceras, associado ao aumento da pressão arterial e outras complicações;
  • A esteatose hepática, que e o acumulo de gordura nas células do fígado popularmente chamada de fígado gorduroso; 
  • A inflamação cardíaca e hepática.

Esses benefícios têm em comum a presença do acido alfalinolenico (ALA) na semente de chia. Trocando em miúdos, este acido e uma fração do ômega-3, gordura poli-insaturada que e chamado de "essencial" porque não podem ser sintetizados pelo corpo e deve ser consumida na alimentação. Vale aqui relembrar que a ingestão do ômega-3 auxilia na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol “ruim”, o temível LDL, enquanto pode favorecer o aumento do colesterol “bom” HDL.
Sementes de chia como uma fonte de ALA induziu nos ratos uma redistribuição dos lipídios no corpo, associada com proteção do sistema cardíaco e hepático.
Resumindo, os pesquisadores afirmaram que a chia:
  •      Possui poder antiinflamatório;
  •          Previne e combate a diabetes, regulando a insulina; e
  •      Reduz risco de doenças cardiovasculares em pessoas com sobrepeso.

Alem disso, a semente e:
  •     Fonte de proteína – com aminoácidos essenciais, recomendados a dietas vegetarianas, e para frequentadores de academia e atletas;
  •      Fonte de fibras – reguladores do aparelho digestivo, combatendo a prisão de ventre;
  •      Rica em ácidos graxos – ômega-3 e ômega-6;
  •      Rica em minerais – cálcio, fósforo, magnésio, zinco, potássio e cobre.


O raio X

Cada 100 gramas de CHIA oferecem:
Energia – 371 Kcal
Proteína – 21 g
Carboidratos – 42 g
Gorduras totais – 31 g
Gorduras poli-insaturadas – 25 g
Fibras – 41 g
Cálcio – 556 mg
Potássio – 666 mg
Fósforo – 750 mg
Magnésio – 326 mg
Ferro – 6 mg

É importante enfatizar que a chia deve fazer parte de uma dieta nutricionalmente variada e equilibrada, para que seja possível colher os seus benefícios para a saúde. Uma dica da nutricionista Eneida Ramos, do hospital israelita Albert Einsten, e que, como todo alimento, o consumo seja parte de um rodízio, no qual haja variação com outras fontes de grãos e sementes.
A partir disto, a Hart’s Natural elaborou um mix balanceado de sementes e frutas, consciente da importância de incluir a chia na alimentação diária. Os cereais são parte fundamental da alimentação, e especialmente no café da manha uma opção como o Super Skinny, e rica em nutrientes para enfrentar o dia com disposição.
O cereal base do Super Skinny é a semente de chia, saborizada de modo especial com semente de amaranto e frutas desidratadas como o açaí, mirtilo, maçã e uva passa. Acompanha um iogurte, frutas picadas ou amassadas, vitaminas, valorizando o sabor da alimentação natural e a sua saúde!