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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Alimento funcional: Castanha-do-Brasil

A nossa mundialmente famosa castanha-do-Brasil já teve uma publicação aqui no blog, salientando a vantagem de se consumi-la para ter os níveis adequados de selênio, uma vez que ela é a maior fonte natural desse mineral.

Atualmente a mesma tem adquirido um status internacional como alimento funcional perfeito. Segundo a ANVISA, a castanha do para está na lista dos alimentos funcionais, isto porque, além de nutrir ela promove benefícios para a saúde. Imagine um produto que reúna os aminoácidos essenciais para o crescimento, micronutrientes que previnem o câncer, a catarata, o envelhecimento, e ainda auxiliam as atividades cerebrais.
Este produto existe: é um alimento vegetal, brasileiro, nomeada como Berthollitia excelsa, mas comumente conhecida por castanha-do-Brasil, castanha-da-amazônia ou castanha-do-pará.



Possui nutrientes como: ácidos graxos, vitaminas B e E, proteínas, fibras, cálcio, fósforo e magnésio. Como qualquer oleaginosa esta noz e rica em gorduras. Cerca de 70% de sua composição e de ácidos graxos insaturados (ômega 3 e 6), as chamadas gorduras do bem.

Cada faixa etária possui um valor de recomendação diária de selênio, por exemplo, jovens acima de 18 anos, indica-se no máximo 45 mcg/dia. Porém como tudo em excesso faz mal, alertar-se para o consumo exagerado da semente. Uma ingestão superior a 850 ug/dia gera a toxidade crônica do selênio.
Essa toxidade, a selenose, é caracterizada por perda e fragilidade de unhas e cabelos, podendo desencadear também uma serie de outros sintomas, como: distúrbios gastrointestinais, hálito com odor forte (como de alho), fadiga, irritação e anormalidades no sistema nervoso.

Então, revisando os benefícios que podemos tem consumindo essa maravilha, estão:

  • Combate ao envelhecimento celular
  • Promove uma vida longa e saudável
  • Desintoxicar o organismo de metais pesados
  • Pode elevar em 65% o teor de selênio no organismo
  • Produto totalmente orgânico
  • Evita o surgimento de doenças neurodegenerativas com a idade como o Alzheimer
  • Melhora o funcionamento da Tireóide
  • Ajuda a evitar a propagação do câncer além de diminuir a sua incidência.
  • Melhora o sistema imunológico
  • Reduzir os níveis do colesterol ruim do sangue


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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Atividade física, valor energético e IMC... Dicas de dieta saudável com a Harts!

Ah, as dietas... Sempre nos levam a ficar contabilizando gramas no almoço, calorias nos lanchinhos... Mas você sabe o que exatamente esta contando?
O consumo de todos os alimentos em um dia determina o nosso Valor Energético Total (VET), expresso em quilojoule - kJ, ou em quilocalorias - kcal. Essa segunda medida é mais conhecida pelo pessoal, e muito contada nas dietas restritivas.
A ingestão energética total vem da metabolização dos macronutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas), do álcool e das fibras. Cada um tem a sua respectiva quantidade diária recomendada no Guia Alimentar da População Brasileira, mostrado na tabelinha abaixo.


A gordura produz mais energia por grama de peso (9 kcal/g) que os carboidratos (4 kcal/g), as proteínas (4 kcal/g) e o álcool (7 kcal/g). As fibras contribuem com 1,5 kcal/g, energia produzida no cólon intestinal a partir da degradação bacteriana.

 Mas além de contar o que entra, precisamos contar o que sai, ou seja, o que é gasto. A medida do gasto dessa energia do indivíduo é composta por três elementos:

  • a taxa metabólica basal, que é a energia requerida para manutenção de todas as funções vitais do organismo;
  • o gasto energético para metabolizar e armazenar o alimento;
  • o gasto energético da atividade física.

Também se considera que a termogênese adaptativa, que varia em resposta à ingestão energética crônica (aumenta com o aumento da ingestão energética), determina o gasto energético de um indivíduo. Mas isso pode ser assunto pra depois.

Então, como saber se a minha dieta funciona para perder peso? Faca o balanço entre o que o que você consome e o que gasta ao longo do dia. Para a manutenção do peso saudável e do balanço energético, dois fatores ainda precisam ser considerados:

  • o aumento do consumo de alimentos industrializados, normalmente ricos em gorduras hidrogenadas e carboidratos simples e pobres em carboidratos complexos; 
  • e o declínio do gasto energético associado à atividade física.

E como sei se o peso que eu tenho já está bom? Bem, o peso saudável é tema ainda controverso, mas internacionalmente a tendência é utilizar o índice de massa corporal (IMC), que relaciona o peso ao quadrado da altura de um indivíduo, para estabelecer a faixa de peso saudável.
A OMS recomenda para a população um IMC entre 21 e 23 kg/m². Para indivíduos, a faixa recomendada é de 18,5 a 24,9kg/m², evitando ganhos de peso maiores do que 5 kg na vida adulta (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2003).